Imagens de satélite não confirmaram tormenta na região de Itaipu no horário do blecaute



Imagens do satélite GOES-10, fornecidas pelo CPTEC/INPE (Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos) do (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), não confirmaram, no momento aproximado do blecaute que atingiu boa parte do Brasil e todo o Paraguai, às 22h15min (horário brasileiro de verão), -3 horas (hora Zulu), atividade convectiva, como tempestades ou raios na região da hidrelétrica de Itaipu, que fica na fronteira do Brasil com o Paraguai e a Argentina.
Os sensores da RINDAT (Rede Integrada Nacional de Detecção de Descargas Atmosféricas), pararam de enviar dados ao servidor às 22h45min (horário brasileiro de verão), mas em comparação com imagens do satélite GOES-10, nenhum raio foi detectado na região de Itaipu no horário do evento, que deixou quase todo o Brasil e parcialmente, o Paraguai, às escuras.

Tempestades assolaram sim, parte do Paraná nesta terça-feira (10), mas no período da tarde, onde em Foz do Iguaçu, cidade onde fica a hidrelétrica de Itaipu, registrou vendaval, com destelhamento de construções e queda de árvores. Em Cascavel, também no interior do Paraná, dados de METAR (aeroporto), registraram rajada máxima de vento de 102 km/h, mas também no período da tarde, entre as 14 e 15 horas (horário brasileiro de verão).
Até a última atualização dos sensores da RINDAT, foi possível detectar forte atividade atmosférica (raios) em parte do sul de Goiás, Triângulo Mineiro e sul de Minas Gerais e leste de Mato Grosso.
No horário compreendido entre 21 e 23 horas (horário brasileiro de verão), dados de METAR do aeroporto de Foz do Iguaçu, não indicaram nenhum tipo de fenômeno meteorológico extremo, quiçá de precipitação ou raios.

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Resumo para o "Solar-Terrestrial Data"

Variações no campo magnético da Terra são medidos por magnetômetros.
Dois índices são calculados:
Índice K - Faixa de 0 a 9, 0 é calma
Índice A - Usa a média das 8 leituras do índice K, Faixa de 0-400
Geralmente um Índice A igual ou inferior a 15 ou um índice K igual ou inferior a 3 é o melhor para a propagação HF.
Elevados índices A e K reduzem as MUFs, mas ocasionalmente MUFs em baixas latitudes podem aumentar quando os índices A e K são elevados.
Veja no quadro acima, tanto os dados relativos a data de hoje (UTC), quanto a faixa de variação dos índices K e A:

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